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Nossos pés tateiam O chão. A que aspiramos Pulsão. Tudo o que queremos É vão. E o que recebemos É não. Matamo-nos vivos Com pão. Nos energizamos Tesão. Prá que tudo isso Sei não.

Serei eu, Senhor?

É da nascente, é do córrego É do riacho, é do laguinho É do rio, que não tem peixe É do mangue, é do berço É com areia, é da praia Edmar Rafael & Nicholas (1º semestre/2009) Rafael & Nicholas são meus alunos na disciplina Sociologia da Educação no curso de Pedagogia da FACITEC. Perceberam logo que meu nome se presta a uma certa megalomania. É isso mesmo. Sou um megalonanico! Prá eles não basta que eu seja "de mar". Sou também de rio, lago, riacho... Só não entendi porque o rio "não tem peixe". Ô meninos, botem um peixe-mulher neste meu poema!!!