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Mostrando postagens de maio, 2010

Berijela e abobrinha ao forno

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Nem só de pão vive o homem, não é mesmo? É bom que o pão venha acompanhado de alguma coisa. Pode ser uma simples manteiga, mas se for uma pasta de bejijela, presunto ou queijo, fica melhor. Apresento abaixo minha sugestão. É a "Berijela e abobrinha ao forno". Alguém pode dizer que isso se chama bruschetta, mas eu não chamo assim não. Aqui só o pão é italiano. Quem já provou esta receita gostou muito. Vamo lá. Receita (Serve 4 pessoas no máximo) Ingredientes 1 berijela média 1 abobrinha itália 2 Cebolas 400 gramas de tomate cereja ( pode ser tomate comum em rodelas,mas o cereja é insuperável) 1/2 pimentão vermelho Azeitona descaroçada a gosto Alho e sal a gosto (o alho, pode ser uns seis dentes grandes ou mais) Azeite Manjericão Modo de fazer: (É só misturar tudo) 1. Corte a berinjela, a abobriha e a cebola em cubos (do tamanho da falange do dedo indicador); 2. Corte o tomate cereja em duas partes; 3. Pique o pimentão; 4. Amasse o alho, pode deixar uns pedaços inteiros tam...

A Educação e o pré-sal

Nos últimos dias, a mídia tem comentado muito sobre um assunto que dividiu o país: a distribuição dos royalties do pré-sal. Embora mereça a atenção da opinião pública, considero que esse não é o debate mais importante no que diz respeito aos recursos advindos dos novos poços petrolíferos. Maior relevância merece o Projeto de Lei nº 07/2010, que cria o Fundo Social do pré-sal, atualmente no Senado. Ele envolve a discussão sobre a forma de utilização desse “bilhete premiado”, como disse o Presidente Lula, embora não saibamos ainda o tamanho do prêmio. Há duas questões de fundo no debate sobre como investir os recursos que virão com exploração riqueza recém descoberta: a primeira é como utilizá-los sem prejudicar o Brasil. Parece absurdo dizer isso, mas não é. Quem nunca tomou conhecimento daquelas pessoas que ganham na loteria, e ficam sem saber o que fazer com o prêmio? Elas saem gastando: compram bens supérfluos, esbanjam. E quando se dão conta, estão pobres de novo. Pois é isso que...

Minha Escola

A poesia de cordel tá no sangue do nordestino. Meu pai não é exceção. Espero que o gene da poesia que adormece no meu DNA um dia acorde. Enquanto isso não acontece, posto aqui os versos do Seu Raimundo. Ele fala da educação que recebeu, ou, dizendo melhor, não recebeu (segundo o julgamento dele). Na minha opinião, ele é um sábio. Me criei quase cativo num tempo muito esquisito. O conselho era uma surra o telefone era um grito. Não tinha nada bonito ninguém num tinha razão. Fiquei velho no sertão, não conheci a cidade. Estudei na faculdade de enxada, foice e facão. O meu livro era uma roça. A caneta era uma enxada. Pé descalço, pele grossa. A roupa toda rasgada. Só não fiz pedir esmola. Nunca freqüentei escola. De estudo eu não sei de nada. Raimundo Nonato