Postagens

Mostrando postagens de novembro, 2009

Sobre o dinheiro e a felicidade

O dinheiro não traz felicidade: traz facilidades. E ter uma vida fácil não implica necessariamente ter uma vida feliz. Nosso quociente de felicidade não deve ser medido pela quantidade de dificuldades ou problemas por que passamos, mas sim pela nossa capacidade potencial de superá-los sem sobressaltos; quanto maior o segundo, tanto menor o primeiro. A felicidade é um estado de espírito que, uma vez alcançado, para sempre nos acompanhará sem corrermos o risco de perdê-lo como perdemos, por exemplo, as facilidades trazidas pelo dinheiro quando nos endividamos. É bem verdade que almejamos ter recursos suficientes para pagar as aquisições que desejamos fazer. Ma não está aí a panaceia para os nossos males, as nossas tristezas e angústias. Dito isso, a questão maior que se apresenta e o grande desafio que surge é responder à seguinte indagação: como alcançarmos então esse estado de espírito? Mesmo não havendo fórmulas prontas (já que a resposta pode variar de pessoa para pessoa), é possível...

Sugarcane plantation

Oh branco acúcar, quanto do teu sal São lágrimas de Cabo Canaveral! As belas que me perdoem Mas vou-me embora pra Pasárgada.

Serei eu, Senhor?

É da nascente, é do córrego É do riacho, é do laguinho É do rio, que não tem peixe É do mangue, é do berço É com areia, é da praia Edmar Rafael & Nicholas (1º semestre/2009) Rafael & Nicholas são meus alunos na disciplina Sociologia da Educação no curso de Pedagogia da FACITEC. Perceberam logo que meu nome se presta a uma certa megalomania. É isso mesmo. Sou um megalonanico! Prá eles não basta que eu seja "de mar". Sou também de rio, lago, riacho... Só não entendi porque o rio "não tem peixe". Ô meninos, botem um peixe-mulher neste meu poema!!!